06-03-2012
As ondas do mar vão-se esfumando
pela areia vai-se espraiando,
em espumas brancas de sal,
mas doces na sua bonança,
na brisa ligeira e brejeira.
Trazem a tranquilidade perdida,
numa repentina tempestade
de ventos fortes do norte,
que num ápice formaram furacões,
de despidas e expostas emoções.
Na ausência do anticiclone,
que por norma é seu controle,
deixou que as nuvens tormentosas,
de lamentos e ansiosas,
transboradassem em precipitação.
Por uma luz iluminado de novo o sol raiou
e o vento agreste amainou,
pois agora nesse mar salgado,
numa doce calma navega,
aos remos de sua barca do tempo retomou.
E vai remando serenamente,
num caminho e num sorriso partilhando.

Doces ondas a espraiar no doce de um olhar...a areia vêem beijar como se quisessem chegar ao brilho desse lugar entre calmia e tumulto, entre maresia e culto onde o mar fala mais alto do que a meta a alcançar!
ResponderEliminarParabéns por esse mar de bonança.